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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Dor para o bem




   Quando um ensinamento para o bem dói em seus ouvidos, fazendo você se sentir mal, zangado, triste... É porque esse ensino está sendo como o merthiolate na ferida. Faz doer, mas é pra sua cura. Deus corrige a quem Ele ama! O que você está sentindo é temporário, e o fruto será bênção pra você.

   E mesmo quando dizem palavras com intenção má, que o fazem sentir julgado, ofendido ou criticado, pois você entende não merecer ouvir aquilo. Palavras pra lhe puxar pra baixo com o intuito de lhe entristecer, humilhar e ver sua ruína. Mesmo nesse caso, deixe o sentimento de lado, entregue tudo pra Deus e fique tranquilo. Pois será para o seu bem lá na frente! 



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Humildade é inteligência

"E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber."
(I Coríntios 8.2)

 Se a humildade é necessária para o bom relacionamento entre as pessoas, quanto mais no que diz respeito ao relacionamento com Deus. Somente os humildes entram no reino de Deus. Pois o humilde reconhece que é ele quem precisa de Deus, e não Deus dele. O humilde abre mão de sua "achologia" e se deixa ensinar pela mente de Deus.

Deus só se revela aos humildes. Ele nunca obrigará você a ouvi-Lo e a obedecê-Lo. Você gosta de se sentir forçado(a), obrigado(a), coagido(a) a fazer algo? Claro que não! Da mesma forma, Deus não gosta de obrigá-lo(a) a nada. Ele não age assim. Deus procura por aqueles que estão abertos para Ele. Para esses, e somente para esses, Ele pode se revelar. Deus ama você, e quer ter comunhão direta com você, não através de terceiros. Ele tem orientações específicas pra sua vida, assim como Ele tem a direção certeira pra vida de Fulano, de Beltrana, de Cicrano... Então, não perca tempo e busque um relacionamento pessoal com Deus! 

Convido você a participar do Encontro e Reencontro com Deus. Será neste domingo às 9:30h da manhã, na Av. Júlio de Castilhos, 607, Centro de Porto Alegre. Deus e nós esperamos você de braços abertos!



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ainda sobre educação de crianças e outras reflexões


"Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno."  (Provérbios 23.13-14)

Há muito tempo, aprendi (não lembro se ouvi ou se li), que não se deve bater nos pequenos com as mãos. A justificativa é de que a criança deve associar as mãos dos pais com carinho, afeto, ajuda, amparo. Bater nela com as mãos, e depois fazer um afago com as mesmas, dá um "tilt" na cabecinha da criança: "Ué, me deu palmadas e agora vem me fazer carinho... Não é pra eu ter medo da mão? Eu não tô entendendo...", algo mais ou menos assim. Fiquei pensando e, realmente, tem a ver. A criança pode ficar confusa, desconfiada, com receio dos pais. Pode ficar arredia e evitar receber carinho por parte deles.

A Bíblia é sábia. Como não seria? Afinal, é a Palavra de Deus. Nada como a boa e velha varinha flexível pra corrigir a gurizada teimosa, desobediente, que ouve e não leva a sério. No quesito "abrir o entendimento", é melhor do que o chinelo. Posso dizer porque experimentei dos dois! :-) A vara arde a pele. É interessante, mas a criança fica pensando na peraltice que fez enquanto leva a varada. E põe a cabeça no lugar rapidinho!

Outra coisa: andei pesquisando em Bíblia on-line sobre a Mão do Senhor. No que diz respeito ao povo de Deus, ela é associada à proteção, à bênção, à ajuda. Enfim, a coisas boas. Achei algumas pouquíssimas exceções em que a mão de Deus teve uma conotação negativa, e isso por causa da desobediência do povo. Por exemplo, em Salmo 32.3-5, o rei Davi disse que enquanto ele encobriu de Deus seu pecado, a mão do Senhor pesou sobre ele dia e noite. Só recebeu alívio quando confessou seu pecado e recebeu o perdão Divino. Já, quanto aos inimigos de Deus, ou seja, aqueles que se levantam contra o povo de Deus e, consequentemente, contra o próprio Senhor... Bah, nesses, a Mão pesa, mas não pra trazer consciência de pecado, como no caso de Davi. A mão de Deus é mesmo contra esses, pois Deus conhece os que erram de coração. Os que, na verdade, estão "nem aí" pra Ele. Esses são entreguem nas garras do Mal. (Importante: não é Deus que lhes traz o mal, são eles próprios que procuram o mal consciente ou inconscientemente). Mas como é grande o amor de Deus! Mesmo os que desprezam a Deus e a Sua Palavra, se, verdadeiramente, se arrependerem de seus erros, encontrarão o perdão Divino. Pois Deus não tem prazer na morte do ímpio, mas sim em que ele se arrependa de seus pecados pra que viva eternamente! 


"Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis...?" (Ezequiel 33.11)


Deus é bom! Paz contigo


P.S.: Não, não tenho filhos. E não sou casada; sou Solteira da Silva. O que escrevo é baseado na minha experiência do tempo de criança, em que era corrigida pelos meus pais. E também com base nas experiências bem-sucedidas de outros pais e filhos, lendo, observando... A gente vai aprendendo.



domingo, 17 de julho de 2011

Realmente, quem ama, educa


"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele." 
(Provérbios 22.6)
"A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe." 
(Provébios 29.15)


Quando os pais ensinam e corrigem os filhos, eles estão demonstrando amor pelos filhos. Pois, realmente, quem ama, educa. A criança entregue a si mesma sente-se desprezada, mal-amada. E como passa a ter um senso de valor próprio distorcido, também passa a não dar valor ao próximo. Assim, tem tudo pra se tornar um adulto desajustado emocionalmente, que sofrerá e fará outros sofrerem. 

Hoje, infelizmente, uma linha da Psicologia recrimina os pais que corrigem os filhos com uma varada, com uma chinelada no bumbum. Só que, se os pais não derem uma merecida correção enquanto são pequenos, quem garante que esses filhos não apanharão da polícia, ou dos traficantes amanhã? É necessário lembrar que o corretivo por parte dos pais é temporário. Ele serve pra condicionar a criança a agir corretamente, e pra colocar a cabecinha dela nos eixos. Quando a criança faz algo errado, ensina-se que aquilo é errado, e como é o certo. Se ela desobedece, então, cabe o corretivo. Meu irmão e eu, por exemplo, apanhamos pouquíssimo, e apenas quando merecíamos (aplicar corretivo injustamente também é errado e tramatiza a criança). Depois, bastava falar sério que já obedecíamos. E, depois, era só a mãe ou o pai olhar pra nós com um "olhar 43 fulminante", com uma cara de "boi brabo", que a gente tomava a reta ligeirinho! :-) Mas pra chegarmos nesse ponto, o chinelo precisou entrar em ação! Com a maioria das crianças é assim...

Importantíssimo também é os pequenos receberem a instrução da Palavra de Deus através dos pais. A Bíblia nos educa na justiça que é segundo Deus. E quem anda na justiça Divina, amando e temendo (respeitando) a Deus, faz o bem pra si e pro próximo. E será um indivíduo benéfico na sociedade, e que não precisará do corretivo da Lei humana. Além de ensinar a Lei de Deus aos filhos, é de suma importância os pais viverem o que ensinam. As crianças estão atentas e esperando o exemplo de uma vida cristã que vejam neles. Pois as atitudes e palavras dos pais têm um grande peso pros filhos.

Em resumo, os filhos são responsabilidade dos pais. E fazer vistas grossas ao que precisa ser corrigido, não educando-os, é um atestado de irresponsabilidade, de desamor e de negligência que, de uma forma ou de outra, terá seu preço. 


Paz contigo


terça-feira, 15 de março de 2011

Ensino e correção de amor



Há muitos anos atrás, assisti a um filme em que certo trecho chamou minha atenção de forma especial. Nunca mais esqueci. Um grupo de jovens pilotos estava passando por um duro treinamento com o fim de se tornarem aptos para tripular uma nave espacial. A equipe trabalharia numa importante missão para a qual precisava estar bem preparada. Havia um astronauta muito experiente que era responsável pelo treinamento e liderança da equipe. Entre os treinandos, havia uma jovem que era a mais exigida de todos. O líder não a poupava. Estava sempre corrigindo-a, parecia que nada que ela fizesse era bom o suficiente. Exigia dela uma performance melhor do que a de seus companheiros. Em certos momentos, sentia-se humilhada e injustiçada. Certo dia, num misto de raiva, tristeza e sentimento de incapacidade, perguntou ao astronauta o que estava acontecendo; porque ele a tratava daquele jeito, uma vez que não exigia tanto dos outros quanto dela. Para sua surpresa, o astronauta disse que ele a tratava assim porque apostava nela. Disse que via nela mais talento, mais capacidade do que nos outros, e que estava investindo nela. Disse que ela precisava ser forte e hábil, pois seria a astronauta-líder da tripulação.

Comparo esse relato com o que passamos na vida, principalmente quando somos de Deus. Por vezes, podemos nos sentir como a jovem astronauta: exigidos demais, sempre com defeitos a corrigir. Até incapazes. Mas tudo isso faz parte do nosso “treinamento”. Quem é do Senhor Jesus não fica sem ensino, nem sem correção. Pois são demonstrações do amor de Deus para conosco. Deus nos ama tanto que chega ao ponto de investir em nós para que sejamos participantes da natureza Dele. Ele quer que deixemos de ser pessoas que vivem pela emoção. Quer que sejamos pessoas racionais para que possamos viver bem. Lembrando quatro coisas: 1) A correção de Deus nunca é para nos desanimar. Afinal, não é esse o objetivo de Deus (Colossenses 3.21); 2) O cristão não é do mundo, apenas está nele de passagem; 3) Então, precisa do Espírito Santo para ser forte em Deus, vencer o Mal no qual o mundo jaz e ainda ser útil; 4) E o plano de Deus para os Dele é o melhor, uma vez que se preocupa com a vida de cada um dos Seus tanto aqui quanto na eternidade...


“... O Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois qual é o filho a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos [os filhos] se têm tornado participantes, sois então bastardos, e não filhos.” 
(Hebreus 12.6-8) 


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