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sábado, 21 de novembro de 2020

Repostando: Visão do mundo

Este texto é de meu irmão, Davison. O personagem-narrador chama-se Edmund Bonaparte, um sujeito meio maluco, mas gente fina.  :-)




Visão do Mundo
Por Davison Lampert


Certo dia, olhei para o horizonte, cerrei as sobrancelhas e, num furioso impulso, disse: 
- BASTA! 

Não podia mais tolerar aquela situação. Tinha que tomar medidas enérgicas e acabar com aquela palhaçada de uma vez por todas. Estava decidido, e nenhuma força natural iria impedir-me de seguir minha resolução. Fui ao oftalmologista, peguei minha receita e mandei fazer meus óculos. 

Já estava cansado de perder o ônibus porque não podia ler sua identificação até o momento em que ele estivesse a oito metros de distância. Já estava farto de olhar para o mundo e ver somente borrões verdes, no lugar das árvores, manchas cinzas, no lugar dos prédios, e massas disformes, no lugar das pessoas. 

Certamente, como todo o lunático, estou exagerando um pouco nos fatos. Minha miopia é de somente meio grau e provavelmente o mundo nunca foi tão medonhamente distorcido quanto eu acreditava estar vendo. É claro que, somados o meio grau de miopia com o outro meio grau de astigmatismo, eu era acometido por um efeito equivalente a um grau de miopia em cada olho. E esse um grau de miopia me estava levando a um grau de loucura que achei por bem aniquilar logo no início, antes que tomasse maiores proporções. 

Apesar de minha teimosia e de minha profunda resistência em utilizar equipamentos de auxílio visual, acabei por acatá-los. Entretanto, sabia que não poderia valer-me de armações muito espessas, já que utilizo muito da visão periférica para me movimentar pelo mundo, e a idéia de ter meu campo visual significativamente reduzido não me trazia encanto. Já havia experimentado aqueles óculos de segurança que têm aros grossos e laterais cobertas por uma tela plástica e que, para o meu caso, poderiam muito bem ser chamados de óculos de insegurança, pois não houve cabo, trilho, pedra, estrutura, desnível, rachadura ou qualquer outro elemento saliente próximo ao nível do solo que eu não tivesse chutado ou tropeçado. 

Por fim, após muita busca, encontrei a armação que satisfazia a todos os aspectos ópticos, práticos e econômicos de minha necessidade visual. Uma armação leve, muito delgada e, o melhor de tudo, barata (levando-se em conta o superior benefício proporcionado). 

É bem verdade que algumas vezes chego até mesmo a esquecer que a estou utilizando, a ponto de enfiar os dedos na lente quando da necessidade de esfregar os olhos. Alguma alma furiosa e acusatória poderia apontar-me o dedo e, bufando, inquirir: 
- Por que você não fez isso antes? 

Talvez essa demora em minha decisão me tenha proporcionado algo muito melhor em longo prazo. Devo confessar que talvez essa tenha sido uma das melhores surpresas que já me aconteceram até o momento. Quão inesquecível foi redescobrir, depois de tantos anos, todos os detalhes da natureza, as folhas, as rachaduras das cascas das árvores, o aspecto granuloso das nuvens, a rica quantidade de matizes que só um pôr-do-sol pode exibir, e todos esses minúsculos pormenores que carregam a essência do que é belo nesse mundo e que eu já havia esquecido. 

De certa forma, todos nós, com o passar dos anos, nos acostumamos com essas particularidades a ponto de não mais as perceber, e um mundo cheio de detalhes e rico em beleza é simplesmente ignorado e substituído por um fundo cinza onde desempenhamos nossa rotina. 

Aqueles óculos podem ter somente remediado a miopia de meus olhos, mas com certeza curaram a miopia de minha mente.




sábado, 13 de abril de 2013

Como é que diz?

O gatinho diz 'Miau!'

O cachorro diz 'Au au!'

A cobra diz 'Oi, amiga!'



OBS: Não é a regra, mas são raras as exceções! 




sábado, 23 de março de 2013

Um hábito singular


[Vanessa Lampert escreveu]: Escrevi esse texto em 2009, está postado aqui: http://lampertop.com.br/?p=309 . De lá para cá, melhorei, mas confesso que ainda não perdi o tal hábito e tenho que me cuidar para não comer os plurais. Enquanto eu estava em Porto Alegre, não havia problema, era até aceitável. Alguém falando todos os plurais corretamente soaria até bem estranho. Em São Paulo, as pessoas não são especialistas em plurais, mas talvez a coisa não seja tão bem recebida quanto era no Rio Grande do Sul, então tenho me cuidado para voltar a falar como uma pessoa devidamente alfabetizada. Segue o texto, para que quem não leu consiga entender o meu drama.

Um hábito singular
Vanessa Lampert
Estou me esforçando um bocado para perder um péssimo hábito que adquiri sem perceber aqui em Porto Alegre. Estava eu, em minha mais recente visita a Campo Grande, falando compulsivamente (coisa que costumo fazer com relativa frequência), quando notei um olhar estranho vindo de meus interlocutores. Me dei conta, de repente, que estou construindo frases de uma maneira um tanto quanto gauchesca. Explico: gaúchos têm alergia a plural. Plural é uma coisa ultrapassada, é algo supérfluo. Pronunciar um ‘ésse” a mais gasta energia que poderia ser utilizada em argumentos mais eloquentes. Assim, um gaúcho JAMAIS irá sentir dor nos pés depois de uma longa caminhada. Caso eles venham a doer, o gaúcho dirá, com toda a carga dramática envolvida na exclamação: – Bah, tô com uma baita dor nos pé!” Note que “uma baita dor” é significativamente mais intensa do que “uma dor”. É como o superlativo “aço”. Se um gaúcho bater o cotovelo na parede ele dificilmente dirá que deu “uma cotovelada na parede” porque o sufixo “ada” sugere algo de baixa intensidade.
Dificilmente uma cotovelada doeria a ponto de merecer ser citada. Geralmente o gaúcho dirá que deu “um cotovelaço na parede”. Um cotovelaço dói. Dói DE VERDADE. É uma baita dor! Uma baita batida na parede, e se machucar a ponto de continuar doendo depois, ter de ir ao médico, talvez imobilizar, enfim, se não for algo que passe na hora, ele dirá “bah, dei um cotovelaço na parede. Pisei meu cotovelo.” Aí eu imagino o cidadão fazendo algum contorcionismo para conseguir pisar NO cotovelo. Duvido que tenha sido um acidente. Bem, voltando ao assunto, de tanto ouvir: “bah, onde foi que eu coloquei as tampa dos pote?” ou “eu só faço minhas compra naquela loja que fica três quadra daqui, gosto de ficar olhando as gôndola para escolher os produto que preciso.” Veja bem, isso é generalizado (deve ser a água). A pessoa pode ter curso superior, mestrado, doutorado, pode ter hábito de leitura, geralmente escreve corretamente (às vezes até conjugando o verbo na segunda pessoa do singular!! Coisa que eles não costumam fazer ao falar…a segunda pessoa acompanha o verbo na terceira pessoa, conforme exemplo a seguir), mas na hora de falar segue um dialeto próprio, charmosamente analfabeto e muito, mas muito contagioso: “- Tu viu que estampa bonita? Uns azul, uns verde, uns vermelho, tudo misturado, mas de um jeito muito tri, o vestido tem umas fenda, um decote diferente, mas as manga não vão até os cotovelo, não. Se bem que não sei o que tu acha, mas eu acho que nem precisa daquelas manga”.
Vendo, assim, desse jeito, você pensa: “eeeeeu??? Mas eu NUNCA que falaria desse jeito! Nem se ficasse CINQUENTA anos em um lugar assim”. Aí é que você se engana, colega, você não perceberia!! O troço se enfia dentro da cabeça da gente de um jeito muito invasivo! Você não nota que está falando que está com dor nas perna, ou que todos os músculo do seu corpo dói! Ou que você esqueceu os prato em cima da pia, um deles escorregou e caiu sobre os copo que estavam dentro da pia e espalhou caco de vidro por todos os canto da cozinha. Depois você pegou a vassora e varreu os caco, mas sempre fica uns pó pequeno no chão e se você andar sem chinelo, pode espetá os pé. Cuidado.
Aí lá vou eu, culta, chique, bela e modesta para Campo Grande, onde pessoas e plurais convivem harmoniosamente. Sem perceber, acabo dizendo à caixa do supermercado, enquanto reviro a bolsa, que nunca me lembro em qual lugar da bolsa coloquei as moeda, porque a gente vai recebendo as moeda e jogando dentro da bolsa, e na hora de pegar acaba confundindo com as chave. E eu nunca me lembro de comprar um troço pra guardar as moeda. Notando a cara de horror da moça, disfarço, comentando que vou colocar duas sacola para embalar a garrafa de água mineral, porque essas sacola são muito porcaria, uma vez eu estava subindo uma lomba com uma garrafa em cada sacola, aí as água caiu no chão e saíram rolando e eu correndo atrás delas (eu SEMPRE conto essa mesma história – real, aliás, ocorrida após uma compra no Sendas do Leblon, no Rio, quando morei lá - todas as vezes em que embalo água mineral de 1,5 litros com duas sacolas plásticas).
Esse tipo de conversa causa uma inevitável expressão de espanto em qualquer pessoa (principalmente desconhecida, acho que os conhecidos nem prestam mais atenção no que eu falo e não percebem…risos…) que ouça, estupefata ao ver aquela moça tão bem arrumada, parecendo tão educada, culta, simpática (e – sempre – modesta). Me esforcei muito para evitar comer os “ésses” dos plurais, mas é um sacrifício grande demais para que eu possa resistir. Ou talvez porque…no fundo, no fundo eu goste desse jeito tosco e livre de falar. Essa coisa transgressora e atropelada, dramática e apressada, que não tem nem tempo de pluralizar palavras…um discurso democrático, no qual se permite tranquilamente que o artigo não concorde com o substantivo, afinal de contas, cada um tem direito a sua própria opinião, ninguém precisa ser obrigado a concordar com ninguém. Nem o pronome com o substantivo, nem o sujeito com o verbo. Tem sujeito que quer discordar, ué! E se alguém quiser discordar do sujeito, tem toda a liberdade de fazê-lo.
Ninguém tem língua presa no Rio Grande do Sul, devido à liberdade linguística que existe neste país (sim, porque o Rio Grande é o meu país, colega!). Na verdade a éssefagia (hábito de engolir “ésses”) é uma prática proposital, para celebrar, a cada frase pronunciada, a mais pura e perfeita democracia e liberdade léxica. Não mais me envergonho de tal analfabeto hábito, agora que descobri sua nobre origem e seu louvável objetivo. Me falta apenas conseguir transformar essa explicação em um curto e convincente texto para decorar até minha próxima viagem a Campo Grande.




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Comparações gauchescas



Existem várias frases gauchescas comparativas engraçadas. Então, aí vão algumas. Divirta-se!


* Mais engraxado que telefone de açougueiro.
* Mais apertado que alpargata de gordo.
* Mais amontoado que uva em cacho.
* Mais agarrado que velha numa moto.
* Mais comprido que trova de gago.
* Mais nervoso que anão em comício.
* Mais empoeirado que rato de moinho.
* Mais enfeitado que burro de cigano em festa.
* Mais folgado que colarinho de palhaço. 
* Mais informado que gerente de funerária. 
* Mais lento que desfile de mancos. 
* Mais perigoso que barbeiro com soluço. 
* Mais perdido que surdo em bingo. 
* Mais difícil que nadar de poncho e dormir de espora sem rasgar lençol.
* Mais faceiro que velho de dentadura nova.
* Baixo como voo de marreca choca. 
* Cair bem como chuva em roça de milho.
* Cara amarrada como pacote de despacho.
* Contente como cusco de cozinheira.
* Contrariado como gato a cabresto.
* Esperto como gringo de venda.
* Faceiro como mosca em rolha de xarope.
* Louco de sestear nos trilho.
* Atrapalhado como sapo em cancha de bocha.



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Quando menos é mais


Como saber quando a maquiagem está na medida certa? É simples: ela está na medida certa quando serve pra realçar nossos traços, mas sem nos ofuscar. Na dúvida, lembre do velho conselho: menos é mais!

Abra o link abaixo e você verá 10 erros fatais de maquiagem e como evitá-los. Muitas já devem conhecê-los. Mas se você não sabe, aprenda e divirta-se com as fotos!




segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Beleza não é tudo!





terça-feira, 7 de agosto de 2012

Palavras Voam



* Texto de Davison Lampert

Muitas vezes, me pergunto por que usamos algumas palavras tão estranhas pra dizer o que pensamos. "Entretanto" é uma delas. Por que usamos "entretanto" entre tanta diversidade?

"Entretanto" é usado com o mesmo sentido que "todavia". Todavia, "entretanto" não é de uso em toda a via. E se "todavia" é o mesmo que "entrementes", somente entre mentes eruditas é que "entrementes" encontra abrigo. Felizmente.

Se desejarmos uma maior compreensão de nossos semelhantes, poderemos usar, em vez de "entrementes", um singelo "contudo", com tudo o que se tem direito. Alguns usam, para se sentirem mais confortáveis em tanto desconforto, um "no entanto". No entanto, um simples "porém" pode ser abraçado. Mas o porquê de não utilizamos somente o "porém" é que é o grande "porém" da questão.

Contudo, alguns encontram maior sonoridade ao ouvir um "não obstante", não obstante a estranheza. Apesar disso, normalmente um "apesar disso" encontra um bom lugar pra existir em nossos textos.

Entretanto, como todas as palavras me parecem atraentes, utilizo-as sem ater-me a nenhum porém. Todavia, se a frase, nesse entrementes, exigir-me uma conjunção mais carismática e, apesar disso, eu utilizar um mero "mas", ainda assim fixarei minha mente no que desejo dizer, não obstante alguma perda na facúndia.

E veja que perder algo na facúndia pode ser terrível em determinadas situações, principalmente quando não se tem a mínima idéia do que facúndia significa. 






quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fábula caipira

Cartum de Davison Lampert
Diretamente do departamento de mitos folclóricos e de lendas caipiras:

"FÁBULAS ALUCINADAS"

A Princesa Ingingente

By Davison Lampert



Óia! Esse é um daqueles conto qui si passaro a muitos ano atráis, a tantos ano qui inté dói os miôlo só di tentá arrecordá!

Naquela época, im uma terra distanti pra mais di metro, inzistia uma princesa qui o nome era Gertrude. A tar princesa Gertrude vivia pra lá di sozinha numa tar torre di um tar castelo qui tinha praquelas banda. I daqueli módo disgramado ela viveu toda sua disgramada vida porque um disgramado di um dragão num dava trégua nem pra princesa nem pra quarqué cousa qui arriscasse di bota o fucinho pra fora do castelo.

Naquela merma época, inzistia um tar príncipi qui morava numa tar cidade qui istava sobi um tar feitiço qui fazia cum qui todo mundo si parecesse mais cum um sapo di tanta verruga i peréba qui surgia pelo corpo. Pra mór di quebrá cum o feitiço i arresorvê di veiz cos pobrema di pele da população, o tar príncipi tinha qui trazê uma princesa danada di boa pra cidade.

O príncipi andava meio borocochô purque num incontrava a muié qui ele quiria im lugar ninhum, isso seim falá im princesa, qui era mais dificir di achá qui dinhero graúdo im borso di mulequi. Ele já tinha ido inté vê uma tar di Branca di Neve, mais incebô as canela i fugiu qui nem um raio quano viu qui a muié tava mais morta qui um pirú im ceia di Natar, i ainda por cima tava dentro di um caxão.

Quano intão o príncipi oviu falá da tar princesa presa na tar torre du tar castelo, foi qui nem um relâmpigo pra sarvá ela, pra mór di trazê ela pra cidade i acaba di uma veiz por todas cum aquela porquera di vida qui eles levavo.

I intão lá si foi o príncipi montado no Quejadinha, seu cavalo, pra vê si tinha jeito di sarvá a princesa daquele dragão dos inferno.

Quano chegô por lá, viu que o abestaiado do animar tava durmino. Intão ele teve a briante indeia di tirá os carçado i i di pé im pé pra socorrê a muié sem acordá o bicho.
Quano ele tava dibáxo da janela da torre, ele chamô a princesa beim baxinho. Mais ela, qui tinha us ovido qui era uns radar, consiguiu inscutá o príncipi e lógo ixcramô:
- Oh! Meu ardacioso príncipi. Ocê mi achô!

I o príncipi arrespondeu:
- Sim, maraviosa princesa! Veim, pula aqui queu ti agárro e vamo botá cêbo nas canela!
Mais a princesa qui era cheia di nove ora i aquelas cousa toda, dissi:
- Não, ardaz príncipi! Primero voismice teim di mi dizê aquelas palavra bunita qui toda a princesa tem qui oví antis di si atirá nos braço do príncipi. Sinão eu não pulu!

O príncipi, qui nunca foi lá muito chegado nos livro di romance, dissi:
- Hãããã, xeuvê... Teus zóio são qui nem dois bizoro zoiando pra mim, tua boca é qui nem dois sarsichão preso pelas ponta, teus cabelo pareci ispagueti cum molh...
- Pára, pára, pára! Ocê num sabe é nada di palavra bunita! Berrô a princesa.
- Ocê é muito ingingente, princesa! Ocê é muito ingingente! Pula di uma veiz antis qui o bicho acórdi! Supricô o príncipi.
- Não, dissi ela, já qui ocê num sabe decramá umas palavra bunita, ocê vai te qui cantá uma música romântica pra mim, sinão eu num pulo, mais neim qui a vaca tussa!

O príncipi, seim opição, começô:
- Pela loonga istraadaa da vidaá, vô correno i não posso paráaaa...
- Pára, pára, pára! Ocê num sabe é nada di música romântica tamém! Bufô a princesa.
- Ocê é muito ingingente, princesa! Ocê é muito ingingente! Pula di uma veiz antis qui o bicho acórdi! Supricô di novo o príncipi.
- Óia, dissi ela, inquanto ocê não fizé argo rearmente romântico pra mim eu não vô pulá daquí! Não vô!
- Mais princesa, dissi o príncipi, é difícir pensa im argo romântico cum esse dragão nos carcanhár! Não seja tão ingingente e pula di uma veiz, por favor!
- Não pulu! Não pulu! Não pulu! Não pulu! Não pulu! Não pulu! Não pulu! Não pulu! Berrava a princesa.

Nessa ora, o dragão, que tamém não era nada bocó, veio correno vê o que qui éra aquela baruiera. Quano viu qui a princesa tava na janela si sacudino feito um bicho, vuô na direção dela i, im uma bocada, devorô a tar da princesa.

O príncipi ficô tão disiludido, mais tão disiludido, qui nem si mecheu. Ficô ali, parado, feito um muerão. Mais o dragão, im veiz di devorá o príncipi tamém, caiu no chão cum uma baita dor di barriga.
- Ocê tamém é muito ingingente, né dragão? Ironizô o príncipi.

Cum pena do bicho, ele levô o dragão pra cidade e cuidô dele. Pra sorti do povo, todas as peréba sumiro por que o feitiço acabava quano uma princesa viesse pra cidade, mermo qui na barriga di um dragão.
Pro príncipi foi mais milhór di bão ainda. Ele acabô si casano cum uma tar di borralhera, que adorava andá cum sapatinho di vidro, qui ele tinha cunhecido im um arrasta pé i si apaixonado.

I todos fôro feliz pra sempri. Cum eceção do dragão qui nunca si recuperô totarmente dos pobrema intestinar. 




Fonte: http://www.diariodeumlunatico.blogger.com.br





terça-feira, 31 de julho de 2012

A cada tempo o seu tempo


A Cada Tempo O Seu Tempo
By Davison Lampert


Com esses dias frios que têm feito por aqui, olho para os aquecedores, para os chuveiros elétricos, para as torneiras elétricas, enfim, para todos esses confortos e me assombro com esses tempos de tecnologias incrivelmente úteis e, por que não dizer, baratas que o mundo moderno nos proporciona.

E pensar que bilhões de pessoas antes de nós jamais sonhariam em ter água encanada, quanto mais água aquecida, em suas residências. Tornamo-nos de tal forma dependentes desses avanços que não saberíamos o que fazer caso os perdêssemos. O que seria de nós sem a eletricidade? Como sobreviveríamos sem gás de cozinha? Quantos dias suportaríamos a ausência de água em nossas residências antes de entrarmos em desespero? Essa é uma realidade que nós, pacatos cidadãos, não podemos quase nem sequer imaginar (apesar de muitas pessoas ainda sobreviverem desse jeito mundo afora).

Fecho os olhos e me concentro no passado. Com os olhos da mente, observo nossos ancestrais de dezenas de milhares de anos atrás. Quase posso ouvi-los dizendo:

- Hur gahf cah jadl grooc assee Rati. (O que nós vamos fazer hoje, chefe?)
- Assee cah jadl trhaa. (Hoje nós vamos caçar)
- Hur cah jadl trhaa Rati. (E o que vamos caçar, chefe?)
- Cah trhaa drunu abaaba tantare. (Vamos caçar um mamute!)

{Aqui abro parênteses para uma pequena explicação lingüística. O termo mamute não existia em trogloditês, portanto era usada a expressão "drunu abaaba tantare", que significa, ao pé da letra, "bicho grande pra cacete". Fim dos parênteses}.

- Hur zuih jadl trhaa di Rati. (E como vamos caçá-lo, chefe?)
- Tiira rasf ru glebat quarja tamanaz tasoo afeab ru sumta quarja drunu abaaba tantare ru cah ussuâ gataã. (Primeiro vá até a aldeia e chame os guerreiros, depois corra até o vale e atraia um mamute até nós para que o matemos)
- Hur ussuã zu avka tusse tunê fragag (Por que eu tenho sempre que ser a isca?)
- Ussuã za tunê harae zinti quo za gataã du tunê harai danza. (Porque você é o mais fraco, e se você morrer não fará muita falta)

Como vocês podem ver, a vida era muito dura naqueles tempos imemoriais. Principalmente para os menos favorecidos atleticamente.
Mas seguramente chegará o dia em que nossos descendentes olharão nosso tempo e horrorizados dirão:
- Como eles conseguiam sobreviver sem os encogrimadores quânticos? Como era possível suportar a existência sem nenhum tipo de levilet gravitacional ou de, ao menos, pardiurentes bio-assimiladores? O que seria de nossa civilização sem a neuroflimerização global?

Sinto uma alucinada alegria por ter nascido nessa época de alta-tecnologia, mas estaria mentindo se dissesse que não sinto uma enorme tristeza por não saber o que é um encogrimador quântico. 

sábado, 28 de julho de 2012

UMA IMAGEM CHOCANTE





terça-feira, 24 de julho de 2012

Você conhece alguém que esteja ...


Passando pelas chateaçõezinhas do dia a dia conjugal



Nervosa(o) com certas atitudes do cônjuge

Triste pela falta de romantismo do(a) parceiro(a)

Às voltas com filhos travessos

 Numa eterna animosidade com a sogra

Esperando pelo homem (mulher) perfeito(a)


... etc e etc, que gostaria de saber contornar essas situações, mas não sabe como? Ou que gostaria de aprender enquanto é solteiro(a) pra evitar muitos erros depois de casado(a)? Então, torne-se um aluno do The Love School! Afinal, estuda-se pra tudo na vida, mas pro Amor não existia uma Escola como esta!

Você pode assistir às aulas da Escola do Amor pela IURD TV, de segunda à sexta-feira às 11h. E pela Rede Record, Canal 2, todos os sábados ao meio-dia. Avisando que este estará fora do ar pelos próximos três sábados em função das Olimpíadas que serão televisionadas, retornando dia 18/08 com muitas atrações pra você!

E melhor ainda do que assistir os programas é participar das aulas presenciais que acontecem todas as quintas-feiras, às 19h30min, na Av. Júlio de Castilhos, 607, no Centro de Porto Alegre. Entrada franca. Seja bem-vindo(a)!







segunda-feira, 19 de março de 2012

Maquiagem de festa

Até que enfim, aprendi a me maquiar pra festa com a pequena Julie!




terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fábula musicada

Outro texto de meu irmão Davison, uma fábula musicada. Boa leitura e boa audição!



Diretamente de nosso departamento de mitos sonoros e alegorias instrumentais:

"FÁBULAS MUSICADAS"

Edmund e o Monstro da Caverna

By Davison Lampert

Feliz e despreocupado, andava Edmund pelo mundo (e por onde mais haveria de ser?), quando percebeu, para seu espanto, que perdido estava. A noite caía e o frio terrível ameaçava descontinuar sua existência.

Procurou abrigo e encontrou uma funda, escura e apavorante caverna. Mas sem alternativas, e já desfalecendo pela ação do frio, entrou.

À medida que penetrava na lúgubre gruta, sentia que algo o observava atentamente. Com medo, resolveu voltar. Mas, ao tentar sair, deparou-se, bafo-a-bafo, com a mais terrível, medonha, monstruosa, aterrorizante e grotesca criatura que seus olhos ou quaisquer outros olhos já haviam visto: O monstro da caverna.

Edmund correu como um louco, e só conseguiu enfiar-se mais para dentro na labiríntica toca. Acabou encurralado entre duas estalagmites e completamente grogue pelo ultrafétido jato de urina que o monstro lançou sobre ele.

O Monstro, mostrando todos os dentes que possuía em sua enorme bocarra, perguntou ao Edmund, com a mais apavorante voz já emitida por um ser vivo, o que ele queria ali na sua caverna.

Edmund, atordoado pelos efeitos alucinógenos do monstruoso mijo, respondeu ao monstro.

O monstro, ao ouvir aquela resposta, lembrou de velhas histórias de seu passado e resolveu não trucidar o invasor, ao menos naquele momento, e perguntar-lhe por que estava cruzando aquela mata fechada a essa hora da noite.

Edmund, já saindo de seu tonteio químico, abaixou a cabeça e disse porque resolveu caminhar por aquelas terras, em vez de usar o meio de transporte apropriado para a região.

Sentindo que o monstro não era assim tão mal quanto parecia (afinal, ele o havia poupado até aquele momento), procurou iniciar um diálogo na tentativa de conseguir convencer a criatura a libertá-lo. Sem saber muito bem por onde começar, perguntou ao ente se ele estava só naquela escura caverna.

Ele respondeu que gostava de paz e silêncio e ameaçou partir para cima de Edmund, que logo pegou seu banjo de estimação e disse:
- Espera aí, Sr. monstro, deixe-me alegrar um pouco essa sua toca com minha música.

O monstro, alucinado pelos estridentes acordes em seus sensíveis ouvidos, tomou o banjo das mãos de Edmund e o mastigou.

Vendo a besteira que havia feito, Edmund atirou-se de joelhos pedindo perdão por tamanha idiotice e tornou a inquirir o monstro, mas dessa vez tentando tocar o seu lado sentimental, se é que existia tal coisa em tal criatura.

Perguntou-lhe então onde estava sua companheira, pois certamente viver naquele covil sem uma outra alma pra lhe fazer companhia deveria ser muito triste.

O monstro, baixando sua cabeça em visível tristeza e deixando cair seus braços até suas mãos tocarem o solo (os braços dos monstros são bem compridos), contou então para Edmund o que houve entre ele e a sua monstrinha, e como a perdeu.

Ali estava, era sua chance de conseguir ajudar o monstro - e a si mesmo, por tabela - e conquistar sua amizade. Tratou logo de perguntar o que havia ocorrido, dizendo que seria muito bom desabafar isso com alguém (vivo, de preferência).

O monstro, então, sentou no chão e, com lágrimas, contou-lhe como sentia remorso das coisas ruins que havia dito e como queria consertá-las. Contou-lhe de seu amor pela monstrinha e de como a queria de volta, embora cresse que isso jamais ocorreria.

Edmund, conhecendo a alma feminina como ninguém (ninguém dentro daquela caverna, pelo menos), falou o que o monstro precisava para ter sua garota de volta. Disse-lhe que não precisava ter medo, pois se ela amasse da mesma forma que ele, saberia reconhecer sua mudança e o aceitaria de volta.

Disse ainda que ele poderia cantar uma canção apaixonada para ela, visto que isso sempre ajuda.

Só que Edmund ficou preocupado com algo. Pensou ele com seus botões: "Se a voz desse monstro é tão horrível assim, talvez ele não saiba cantar e, tentando assim mesmo, certamente sairá pela culatra o nosso tiro!". Querendo acabar com essa dúvida, pediu ao monstro que cantasse algo, só para treinar um pouco.

E o monstro cantou. E como cantou.

Edmund disse que ele estava pronto e que tinha absoluta confiança que haveria de ser bem sucedido em sua empreitada.

E saíram daquela caverna cantando e sorrindo como nunca. O monstro, pelo novo ânimo adquirido e pela nova perspectiva de vida. Já Edmund, somente pela perspectiva de vida, mas era mais do que suficiente por aquele dia.

Contam as lendas que eles reataram seus laços, que tiveram muitos monstrinhos e que viveram monstruosamente, mas felizes para sempre.





segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Visão do mundo

Este texto é de meu irmão Davison. O personagem-narrador chama-se Edmund Bonaparte, um sujeito meio maluco, mas gente fina. :-)



Visão do Mundo
By Davison Lampert

Certo dia, olhei para o horizonte, cerrei as sobrancelhas e, num furioso impulso, disse:
- BASTA!

Não podia mais tolerar aquela situação. Tinha que tomar medidas enérgicas e acabar com aquela palhaçada de uma vez por todas. Estava decidido, e nenhuma força natural iria impedir-me de seguir minha resolução. Fui ao oftalmologista, peguei minha receita e mandei fazer meus óculos.

Já estava cansado de perder o ônibus porque não podia ler sua identificação até o momento em que ele estivesse a oito metros de distância. Já estava farto de olhar para o mundo e ver somente borrões verdes, no lugar das árvores, manchas cinzas, no lugar dos prédios, e massas disformes, no lugar das pessoas.

Certamente, como todo o lunático, estou exagerando um pouco nos fatos. Minha miopia é de somente meio grau e provavelmente o mundo nunca foi tão medonhamente distorcido quanto eu acreditava estar vendo. É claro que, somados o meio grau de miopia com o outro meio grau de astigmatismo, eu era acometido por um efeito equivalente a um grau de miopia em cada olho. E esse um grau de miopia me estava levando a um grau de loucura que achei por bem aniquilar logo no início, antes que tomasse maiores proporções.

Apesar de minha teimosia e de minha profunda resistência em utilizar equipamentos de auxílio visual, acabei por acatá-los. Entretanto, sabia que não poderia valer-me de armações muito espessas, já que utilizo muito da visão periférica para me movimentar pelo mundo, e a ideia de ter meu campo visual significativamente reduzido não me trazia encanto. Já havia experimentado aqueles óculos de segurança que têm aros grossos e laterais cobertas por uma tela plástica e que, para o meu caso, poderiam muito bem ser chamados de óculos de insegurança, pois não houve cabo, trilho, pedra, estrutura, desnível, rachadura ou qualquer outro elemento saliente próximo ao nível do solo que eu não tivesse chutado ou tropeçado.

Por fim, após muita busca, encontrei a armação que satisfazia a todos os aspectos ópticos, práticos e econômicos de minha necessidade visual. Uma armação leve, muito delgada e, o melhor de tudo, barata (levando-se em conta o superior benefício proporcionado).

É bem verdade que algumas vezes chego até mesmo a esquecer que a estou utilizando, a ponto de enfiar os dedos na lente quando da necessidade de esfregar os olhos. Alguma alma furiosa e acusatória poderia apontar-me o dedo e, bufando, inquirir:
- Por que você não fez isso antes?

Talvez essa demora em minha decisão me tenha proporcionado algo muito melhor em longo prazo. Devo confessar que talvez essa tenha sido uma das melhores surpresas que já me aconteceram até o momento. Quão inesquecível foi redescobrir, depois de tantos anos, todos os detalhes da natureza, as folhas, as rachaduras das cascas das árvores, o aspecto granuloso das nuvens, a rica quantidade de matizes que só um por-do-sol pode exibir, e todos esses minúsculos pormenores que carregam a essência do que é belo nesse mundo e que eu já havia esquecido.

De certa forma, todos nós, com o passar dos anos, nos acostumamos com essas particularidades a ponto de não mais as perceber, e um mundo cheio de detalhes e rico em beleza é simplesmente ignorado e substituído por um fundo cinza onde desempenhamos nossa rotina.

Aqueles óculos podem ter somente remediado a miopia de meus olhos, mas com certeza curaram a miopia de minha mente.





sábado, 13 de agosto de 2011

Seria engraçado, se não fosse trágico


É humor, mas que reproduz a realidade. Como têm pessoas no dito meio cristão que vivem numa confusão tremenda!

Lembro de um fato da época em que minha mãe já havia descoberto o câncer, e que estava fazendo os tratamentos químio e radioterápicos. Uma senhora, membro de uma certa denominação evangélica, conhecida nossa de longa data, chegou pra minha mãe e disse: "Dinorá, você nem sabe a irmã abençoada que conheci! Volta e meia, vou à casa dela pra que ore por mim. Deus a usa com dom de revelação. Quando estou com algum problema, vou lá me aconselhar, e ela sempre me dá uma palavra revelada. Ela é minha "guru"! Você tem de ir lá também!"

Ao mesmo tempo que aquelas palavras soaram tentadoras, também geraram um desconforto em minha mãe. Ela pediu uma direção a Deus sobre aquela conversa, e olha o que Deus respondeu: "Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?" (Isaías 8.19) Exatamente, aquela mulher era possessa por um espírito de adivinhação. Estava no meio cristão, achava que estava servindo a Deus. Mas estava enganada e enganando a outros. Importante: a nossa conhecida não sabia que minha mãe estava passando por um período difícil de doença. Mas o diabo sabia e, na sede pela alma de minha mãe, quis se aproveitar de um período de debilidade pra conseguir seus intentos. Mas seu tiro saiu pela culatra, pois Deus prevaleceu na vida de minha mãe. Bem que Deus quis curar seu corpo do câncer, mas esse assunto renderia outro post... O que importa é que o Mal perdeu a guerra pela alma de minha mãe. Ela vive, e viverá eternamente, junto ao Senhor Jesus.

Como é revoltante o misticismo infiltrado no meio cristão! Isso faz parte do viver na fé emocional. Cristãos emocionais estão preocupados em "sentir"; querem emoções. Se no culto não "sentiram" a presença de Deus, se não foram "tocados" pelo poder de Deus, se não choraram, se não teve "revelação", se o pastor não pregou "ungido" (entenda-se por "ungido" pregar bem animado, dando "glória a Deus", "aleluia" e falando em línguas enquanto prega), se não teve "sapato de fogo" (entenda-se dar pulos e dançar de alegria "no Espírito"), o culto "não foi lá essas coisas..." O perigo é que esse emocionalismo todo dá lugar aos espíritos malignos. O Mal é mestre na manipulação de sentimentos; é tudo o que ele quer! E, infelizmente, o ser humano tem essa tendência má de querer sentir, de querer ver coisas sobrenaturais, de querer entrar em contato com o além (por isso que o ocultismo consegue tantos adeptos). Entre os não-cristãos, isso é compreensível. Pois "... o mundo jaz no maligno." (1 João 5.19b) Mas ver pessoas, no meio cristão, dando lugar ao diabo... É o fim da picada!

É por essa e por outras que gosto de igreja como a Igreja Universal. Na IURD, esse tipo de coisa não se cria. Pois a membresia é ensinada a viver segundo a Palavra de Deus, usando a fé racional, a fé inteligente. A Bíblia nos obriga a pensar. A Palavra de Deus é pra ser lida e meditada. Quem a lê por ler não chega a lugar nenhum. Quem a lê querendo apenas conhecer a Palavra, adquire apenas conhecimento teológico (que é uma arma nas mãos do diabo pra atar a mente da pessoa, criando religiosos). Mas quem a lê, e nela medita, querendo conhecer a Deus, e querendo adquirir o caráter Dele, é instruído pelo Espírito Santo, aprende, adquire entendimento e discernimento do Espírito, cresce espiritualmente e o Mal perde força e espaço na vida da pessoa. Agora percebe porque as Trevas "deitam e rolam" às custas dos cristãos emocionais? Exato, pois são presas fáceis pra ele. Tudo porque, na realidade, ainda não tiveram um encontro com Deus. Não nasceram do Espírito Santo, não vivem fundamentados apenas na Palavra de Deus, nem entendem o que é ser cristão de fato e de verdade.

O Mal tem pressa por arrastar consigo o maior número de almas que conseguir. Por quê? Porque sabe que tem pouco tempo, pois a volta de Cristo está próxima. Que Deus abra o entendimento dos cristãos sinceros e os leve até lugares onde serão pastoreados com entendimento segundo a Palavra de Deus e na verdadeira unção do Espírito Santo.

Finalizo com um pensamento do pregador Martinho Lutero:

"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir."


Paz contigo


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O tombo da modelo

Não sei o que achei mais engraçado: se foi o tombo, ou a risada do apresentador!




sábado, 22 de janeiro de 2011

Garoto sincero

Crianças são muitos sinceras...  :-D

 


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Esse Joãozinho ...



AULA DE HISTÓRIA

- Joãozinho, quem foi Duque de Caxias?
- Quem foi, eu não sei, mas que ele tinha boa memória, tinha!
- Como assim, Joãozinho?
- A senhora não sabia? Tem uma estátua lá na praça dizendo: "Dedicado à memória de Duque de Caxias!"


AULA DE CIÊNCIAS

Um dia, na sala de aula, a professora pede para que seus alunos levem, no outro dia, equipamentos de primeiros socorros. No outro dia...
- Marininha, o que você trouxe?
- Eu trouxe um esparadrapo, professora.
- E quem te deu?
- Foi minha tia.
- E o que ela disse?
- Disse que é muito bom pra fechar um curativo.
- Muito bem, Marininha.
E assim foi com todos os alunos até chegar na vez do JOÃOZINHO ...
- Joãozinho, o que você trouxe?
- Eu trouxe um balão de oxigênio, professora.
- E quem te deu?
- Foi minha avó.
- E o que ela disse?
- Devolve... Devolve...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

AI, CARAMBA!


Ruim, né? :-)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Tabela de equivalência do tempo na internet

Confira ...


E aí? É verdade ou não é? :-)
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